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DICAS PARA INFLUENCIAR PESSOAS

Todos nós conhecemos pessoas que falam menos, mas o que elas falam é mais importante do que o número de palavras que falam. São pessoas que sabem usar o silêncio, por exemplo, para dominar uma conversa. Portanto, ter influência significa mais do que apenas falar muito. Trata-se de assumir o controle e entender os papéis que o poder, a emoção, a experiência e os sinais não verbais desempenham.

Poder da situação. Se você o possui, a influência se torna algo relativamente simples. Pessoas com poder sobre os outros tendem a falar mais, a interromper mais e a orientar mais a conversa, escolhendo os assuntos, por exemplo. Pense no seu chefe, provavelmente ele faz isso com você. Agora, se você não tem o poder em uma situação específica, espere falar menos, interromper menos e escolher menos os temas da conversa. Afinal, exercer o direito de falar mais sobre os assuntos de que trata é uma das maneiras pelas quais as pessoas com poder o demonstram.


O segundo aspecto da influência é a emoção, e usá-la é uma maneira de neutralizar o poder do outro e geralmente dominar uma conversa. Quando o outro lado tem poder e você tem emoção, é possível estabelecer um equilíbrio. A paixão pode varrer a autoridade, quando é bem apoiada e o orador está bem preparado. Todos testemunhamos isso acontecer quando um jovem cantor desconhecido desarma e sensibiliza os jurados em uma dessas competições musicais. A pureza e o poder da emoção podem ser suficientes para silenciar os jurados. Um discurso que demonstre paixão é poderoso.


A experiência, é o terceiro aspecto da influência. E, de fato, você pode dominar a conversa, superando quem tem o poder, se tiver paixão e experiência sobre aquilo que está falando.


A conversa é um jogo entre duas (ou mais) pessoas que envolve respiração, piscadas acenos com a cabeça, contato com os olhos, gestos com as mãos e toda uma série de sutis sinais não verbais que ajudam ambas as partes a se comunicarem. A conversa é muito menos funcional sem esses sinais não verbais. É por isso que as conversas telefônicas ou por áudios não são tão satisfatórias quanto os encontros presenciais. Por isso também que conversar por "Skype", por exemplo, inevitavelmente envolve muito mais interrupções, erros e falas cruzadas. Pois, não estamos recebendo os sinais que estamos acostumados a nos ajudar a saber quando a outra pessoa está pronta para nos entregar o bastão da conversa e vice-versa.


Faz sentido pra você?


Adaptado de Harvard Business Review

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